Prefeitura de Bauru declara hoje Situação de Emergência em Saúde Pública através de Decreto Municipal

A Prefeitura de Bauru declarou hoje através de Decreto Municipal publicado no Diário Oficial, Situação de Emergência em Saúde Pública dispondo sobre medidas de enfrentamento da pandemia provocada pelo Coronavírus (COVID-19).

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ACIB lança curadoria especial sobre o Coronavírus (COVID-19)

curadoria especial sobre o Coronavírus

Compreendendo o momento atual com a pandemia do COVID-19 e os impactos diretos nos negócios de nossos associados e empresas de Bauru, a Associação Comercial e Industrial de Bauru – ACIB está desenvolvendo um trabalho de curadoria especial sobre o Coronavírus com conteúdo voltado para todo tipo de notícias, informações, orientações e serviços que estão sendo divulgados no Brasil e poderão colaborar para que possamos superar essa crise.

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Novo coronavírus: estou me sentindo estranho, e você?

Novo coronavírus: estou me sentindo estranho, e você?

Tudo em torno do novo coronavírus é novidade! A humanidade observou momentos agudos no tocante as pestes e até mesmo guerras mundiais, mas parte da população atual não conviveu com um ambiente tão adverso como este. A comunicação instantânea, as redes sociais, potencializam este momento.

Eu confesso que estou me sentindo estranho. De um lado sabemos que não é momento para pânico, por outro lado, a reação da população e dos agentes econômicos em particular, tem levado a tomada de decisões emergenciais para contornar e enfrentar os problemas sanitários e econômicos.

No ambiente dos negócios a expressão de ordem é “gerenciamento de crise”. O que fazer com baixas vendas e com o crescimento da inadimplência tem tirado o sono dos gestores das organizações. Além dos aspectos de caixa, o ritmo das atividades está diferente. Quem optou por trabalhar a distância observa queda na produtividade. Decisões mais importantes são adiadas. A concretização dos negócios, ou seja, as vendas, são postergadas.

A pressão psicológica é enorme, e se não tivermos equilíbrio emocional, o pânico se instala.

Mas continuo me sentindo estranho. Somos sabedores que as coisas não podem parar, mas a lentidão dos negócios, gera um certo desespero. Em um primeiro momento temos a impressão que chegamos antecipadamente as férias de fim de ano, com aquelas emendas entre o Natal e o Ano Novo, mas a medida que o tempo passa, vem a triste realidade: estamos em março, em pleno intervalo entre o carnaval e a Páscoa, momento que tudo apontava para bons momentos no ambiente  de negócios.

Como Economista refaço diariamente as contas. Vejo a Bolsa subir e descer. O dólar, que eu não acreditava que poderia bater os R$ 5,00, observo oscilar bem acima deste patamar. As exportações estão sendo prejudicadas. O consumo doméstico será afetado.

Falar em investimentos produtivos é imaginar que os empresários têm bola de cristal, portanto, paradeira total. Enfim, somente abrindo os cofres públicos é que teremos algum refresco. Cai por terra todo esforço do ajuste fiscal projetado pela equipe econômica do governo Federal.

Enfim, sei que não é fácil contornar este momento, e se você também está se sentido estranho, angustiado, peço que busque forças sem seu interior, se agarre nos espiritual, e seja firme e coerente na tomada de decisões.

Percebi ao escrever este texto que devo, em vez de me sentir estranho, focar no que é essencial, e sem me descuidar, mas tendo determinação, enfrentar este momento adverso. Afinal não estamos sozinhos nesta luta. Entendo que de angustiado eu devo praticar meu lado estrategista.

Parafraseando Clarice Lispector: “quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado, com certeza vai mais longe”. Vamos juntos enfrentar os desafios que o novo coronavírus está impondo. Vamos deixar o pessimismo de lado. Vale a reflexão.

Reinado Cafeo é economista e presidente da Associação Comercial e Industrial de Bauru -ACIB. 🌐 www.reinaldocafeo.com.br

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“Medidas para socorrer a economia vieram em boa hora”

Cafeo fala sobre medidas contra o coronavirus

A Associação Comercial e Industrial de Bauru – ACIB, através do seu presidente, o economista Reinaldo Cafeo, avaliou como adequada a injeção dos R$ 147,3 bilhões na economia, anunciada pelo Governo Federal para os próximos 3 meses.

As medidas visam reduzir os impactos do Novo Coronavírus (COVID-19) sobre o sistema de saúde e negócios, uma “ação pertinente”, uma vez que a quarentena requerida para barrar o avanço da doença afeta diretamente o comércio.

Dos R$ 147,3 bilhões, R$ 83,4 bilhões deverá ser aplicado em ações que visam atender a população mais vulnerável; R$ 59,4 bilhões serão destinados à manutenção de empregos; e os outros R$ 4,5 bilhões serão usados no combate direto à pandemia.

Valorização da economia local

Mas além do apoio do governo, a ACIB convida a população a fazer sua parte na manutenção da economia, através da valorização de comércios locais. De acordo com o presidente da associação, “os pequenos negócios correm sério risco com o COVID-19 “.

“Enquanto grandes empresas franqueadas têm o capital necessário para sobreviver à crise, empreendimentos menores precisam de apoio para continuar existindo”.

Cafeo salienta que medidas mínimas, como dar preferência aos comércios dos próprios bauruenses são de grande ajuda para manter a economia girando.

Reinado Cafeo é economista e presidente da Associação Comercial e Industrial de Bauru -ACIB. 🌐 www.reinaldocafeo.com.br

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ACIB adia programação de eventos de março devido ao COVID-19

COVID-19

A Associação Comercial e Industrial de Bauru – ACIB, tendo em vista as recomendações da Secretaria da Saúde do Estado e dos cuidados da sociedade em geral na prevenção do contágio pelo COVID-19 (Novo Coronavírus), está adiando a realização dos eventos previsto para o mês de março.

Assim sendo, a Rodada de Negócios, marcada para 18/03, bem como o 2º Fórum sobre PPPs, programado para o dia 19/03, e a comemoração do mês da mulher dentro do Projeto ACIB Mulher, prevista para a última semana de março, foram todos suspensos temporariamente. Posteriormente serão divulgadas novas datas para esses encontros.

A direção da ACIB ressalta ainda que se todos adotarem as ações preventivas contra o COVID-19 e colaborarem nesse momento de extrema preocupação, mais rapidamente o ritmo do país voltará à normalidade. “O momento é de prudência e ponderação, mas, acima de tudo, de prevenção”, frisou o presidente da ACIB, economista Reinaldo Cafeo.

O corte da projeção de crescimento

projeção de crescimento

O governo Federal admitiu, através da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia, que a previsão inicial de crescimento econômico brasileiro para este ano foi revisada para baixo: caiu de 2,4% para 2,1%. As projeções constam do boletim fiscal publicado.

Os motivos para esta revisão da projeção de crescimento são conhecidos: desaceleração do crescimento econômico global, fruto do coronavírus, notadamente a dimensão que tomou na China e recentemente a entrada na Europa e Estados Unidos, também a questão recente do petróleo, envolvendo a OPEP (grupo de maiores produtos de petróleo do mundo) e a Rússia, que não chegaram a um acordo sobre a produção a oferta deste produto, derrubando seu preço internacional.

O efeito prático da possível queda no Produto Interno Bruto é que o governo irá arrecadar menos tributos do que foi projetado, as empresas venderão menos, os empregos não serão gerados na magnitude projetada, enfim, a roda da economia girará mais lentamente.

Considerando que ainda não há clareza da real dimensão do efeito, tanto do coronavírus como da crise do petróleo, para evitar novas revisões para baixo da projeção de crescimento, o Brasil precisa fazer sua parte e neste contexto, fazer sua parte é levar em frente as reformas.

Neste sentido é preciso que o Executivo Federal se harmonize com o Legislativo Federal. O próprio Ministro da Economia, Paulo Guedes, encaminhou ofício ao Congresso Nacional clamando para que a pauta econômica seja apreciada e votada com maior velocidade.

As reformas que já estão no Congresso são: autonomia para o Banco Central, a Medida Provisória do Emprego Verde Amarelo, a privatização da Eletrobrás, o Marco Regulatório do Saneamento e o Marco Legal do Setor Elétrico. Tem a inda as Propostas de Emenda a Constituição: Pacto Federativo, Fundos Públicos e Fundo Emergencial.

Não obstante a relevância dos projetos que já estão no Congresso, é imprescindível que as reformas administrativa e a tributária também sejam encaminhadas ao Congresso. Aqui não dá para entender o motivo de tanta morosidade por parte do governo Bolsonaro.

Trabalhar uma pauta positiva de reformas, demonstrando que independentemente do que ocorre no resto do mundo, o Brasil não perdeu o foco no tocante a nova matriz econômica em curso, neutralizará qualquer visão mais pessimista no tocante ao desempenho econômico brasileiro, e deixará os que gostam do quanto pior melhor, sem argumentos.

Crise se combate com trabalho e neste caso com fatos e positivos. Reformas já!

Reinado Cafeo é economista e presidente da Associação Comercial e Industrial de Bauru -ACIB. 🌐 www.reinaldocafeo.com.br

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ACIB e ITE promovem 2° Fórum “PPPs como Instrumento de Desenvolvimento das Cidades”

Evento sobre PPPs

A cidade de Bauru recebe no dia 19 de março, a partir das 19h, no auditório da ITE, o 2° Fórum “PPPs como Instrumento de Desenvolvimento das Cidades”, sobre parcerias público-privadas.

O encontro está sendo organizado pela Instituição Toledo de Ensino (ITE) em conjunto com Associação Comercial e Industrial de Bauru (ACIB) e conta com apoio institucional da ASSENAG, Machado Meyer Advogados, Marsh e Radar PPP.

As parcerias público-privadas – possuem amparo legal desde 2004, quando do surgimento Da lei 11.079, e têm sido uma das alternativas encontradas pelos administradores públicos para equacionar o déficit da infraestrutura urbana e Social, devido ausência de recursos públicos para investimentos neste setor.

Desde então , Estados e Municípios, estão formalizando contratos de PPPs para a construção e operação de rodovias, aeroportos, iluminação pública, tratamento de resíduos sólidos, água e esgoto, hospitais, escolas, presídios, mobilidade urbana, centros administrativos, parques de laser entre outros.

Neste fórum na ITE, os especialistas do setor, Dr. Rafael Vanzela, sócio do Machado Meyer Advogados, Bruno Pereira, sócio do Radar PPP, e André Dabus, diretor de infraestrutura da Marsh participarão de um debate com mediação do economista Reinaldo Cafeo e do promotor público, Dr. Luís Carlos Gonçalves, ambos professores da ITE , compartilhando suas experiências com lições aprendidas, desde as etapas de estruturação e implantação de projetos, bem como cases de sucesso já observados no Brasil e Exterior.

Para o Presidente da ACIB, Reinaldo Cafeo, a realização deste evento em Bauru na atual conjuntura econômica do país é de extrema importância. “Essa, sem dúvida, é uma grande oportunidade para somar experiências e conhecer mais a fundo a dinâmica dessa importante ferramenta para as gestões governamentais, que são as PPPs”, explica Cafeo.

Segundo André Dabus, “este encontro proporcionará uma importante reflexão sobre os elementos essenciais que devem ser observados quando da estruturação e implementação das parcerias público-privadas, para que produzam externalidades positivas para toda população que paga impostos e espera receber uma Infraestrutura urbana e social de qualidade”.

Mais informações sobre o evento pelo WhatsApp: (14) 99860-4809.

Refazendo as contas

Refazendo as contas

A aprovação da Reforma da Previdência, que trouxe confiança aos agentes econômicos, aliada a notória melhora do ambiente de negócios, deram o pano de fundo para projeções quanto ao crescimento econômico em 2020 fossem mais otimistas.

Modelos econométricos apontaram para algo próximo a 2,5% de crescimento econômico para este ano. Como este crescimento é acima da inflação, a projeção nominal seria na ordem de 6,0% a 6,5%.

A força do ambiente doméstico puxada pelo crescimento do consumo e dos investimentos produtivos, sustentou o cálculo da projeção de crescimento.

Os eventos de início de ano não foram suficientes para abalar a confiança dos agentes econômicos, contudo, algum impacto começou a ser observado no dia a dia dos negócios. O conflito Estados Unidos com Irã foi o primeiro. Em seguida a morosidade na assinatura do acordo comercial entre Estados Unidos e China.

Concomitantemente houve um certo nervosismo no mercado quando da aprovação do Impeachment de Donald Trump (não aprovado) e internamente o retardamento no andamento das reformas administrativa e tributária.

Neste contexto, revisitar o crescimento econômico brasileiro considerando 0,1 a 0,3 ponto percentual a menos, seria factível, contudo, avaliar a dimensão do impacto do coronavírus, ou melhor a falta de elementos firmes para entender a real dimensão do impacto do coronavírus na economia mundial e em particular a brasileira não é tarefa fácil.

Mesmo com esta constatação é preciso refazer as contas. O mundo todo foi impactado com esta nova doença. A China, segunda economia mais forte do planeta, opera economicamente em dimensões que, cada ponto percentual de queda no crescimento econômico afeta o mercado global quase que como um todo. Na prática, o mundo crescerá menos.

E o Brasil?

Por enquanto são somente cenários. Uma leitura é entender que o ápice do efetivo controle da doença será observado agora no mês de março. Se ocorrer este controle o impacto na economia será maior no primeiro semestre, com recuperação no segundo semestre. Por este prisma é possível que a economia brasileira chegue aos 2% de crescimento.

Por outro lado, se o problema não for equacionado no curto prazo, aí sim as projeções despencarão e teremos mais um ano de baixo crescimento, algo próximo a 1%. Esta segunda projeção poderá ser minimizada com incentivos monetários, como foi a recente a decisão do Banco Central americano. Além disso, a força do consumo doméstico pode ajudar a obter números acima de 1,5%.

Estas incertezas indicam que cada de nós, nos nossos negócios, na nossa profissão, precisa ser ágil, traçar vários cenários e estabelecer estratégias para, a cada sinal do mercado, ser capaz de, rapidamente, mudar de direção. Sem pânico, mas com firmeza.

Reinado Cafeo é economista e presidente da Associação Comercial e Industrial de Bauru -ACIB. 🌐 www.reinaldocafeo.com.br

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