APAS elenca fatores que influenciam os preços nos supermercados

Existe toda uma cadeia de produção na formação dos preços que enxergamos na prateleira de um supermercado. As variações vão desde a matéria prima que vem dos produtores, aos fatores de produção da indústria (energia, mão de obra, embalagem), fatores de logística (combustível, mão de obra, manutenção), impostos que incidem nas várias etapas da cadeia (federal, estadual e municipal). Desde o início da pandemia da COVID-19, a Associação Paulista de Supermercado (APAS) orienta seus associados a não aumentarem a margem de lucro praticada anteriormente à crise e apenas repassar os aumentos impostos pela indústria.

Mensalmente a APAS – calcula pela FIPE um índice inflacionário que aponta que – por exemplo – março/20 teve um aumento de 0,76% nos produtos e um acumulado do ano (jan-mar) de 1,40%. Este número é menor do que o registrado em 2019, quando esse acumulado ficou em 3,30%. Outro dado que colabora com essa baixa inflação é o resultado da pesquisa de Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que considerado a inflação oficial do país, desacelerou para 0,07% em março, após ter registrado uma taxa de 0,25% em fevereiro. O resultado é o menor para o mês de março desde 1995. No ano, o indicador acumula alta de 0,53%. Os números refletem a baixa atividade econômica do país.

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