Moda recorre ao digital para produção e vendas

Varejistas realizam campanhas e atividades online para consumidores visando manter contato e aumentar a venda no e-commerce

Há pelo menos dois meses, o passar as mãos por cabides de roupas, escolher algumas para levar ao provador e, então, decidir se vai adquirir o produto ou não, deixou de ser uma realidade. Brainstorms em grupos, escolha de tecidos, confecção das peças, shootings de modelos e exposição nas araras das lojas para o consumidor final foram algumas das etapas rotineiras da indústria da moda que foram afetadas pela pandemia do novo coronavírus.

Agora, empresas do setor recorrem ao digital para manter a interação com o consumidor, realizar ensaios fotográficos e vender. A maioria das lojas de roupas e parques fabris das varejistas estão com a operação fechada por conta das medidas de isolamento social.

No caso da Hering, a parte industrial do negócio está trabalhando com capacidade mínima, visando manter as medidas de distanciamento e densidade de pessoas por metro quadrado. O planejamento, a criação e o marketing estão operando em home office.

A saída foi recorrer ao digital. Para o Dia das Mães, as campanhas da Riachuelo e C&A foram realizadas remotamente. Em ” Amor Que Nunca Para”, publicada nas redes sociais da Riachuelo, mães famosas, anônimas e colaboradoras da marca, cantaram com seus filhos a música “Don’t Stop Me Now”, do Queen, ao redor da casa.

O Especial Coronavírus da ACIB é produzido pelo ID Labs, solução de Curadoria Estratégica de Conteúdo.

Fonte: Thaís Monteiro/Meio e Mensagem
Foto: rawpixel.com / Freepik

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