Novo normal ou normal de novo?

Novo normal ou normal de novo?

Sem dúvida alguma a pandemia do novo coronavírus, a Covid19, impactou e vem impactando a vida das pessoas, tanto no âmbito pessoal, como profissional.

O isolamento e distanciamento social, os trabalhos remotos e proibição em atender ao público para alguns setores da economia e os protocolos de convivência, mexeram e mexem com o cotidiano de todos.

Neste contexto a expressão “novo normal” tem sido muito utilizada. Muitos entendem que as coisas daqui para frente não serão mais como eram antes da pandemia. A reflexão é: será mesmo que teremos um novo normal ou será o normal de novo? A meu ver a resposta é: teremos um pouco de cada coisa.

Este novo normal se justifica em função do uso da tecnologia. Até mesmo as camadas mais humildes da população de alguma maneira estão experimentando a interação a distância. Escolas, empresas, setor público, religiões, enfim, quase todos os segmentos da sociedade se deram conta que é possível sim produzir sem necessariamente ter o presencial.

Muita gente pretende continuar operando a distância, evidentemente quando a atividade permite, e até mesmo núcleos familiares observaram que estas novas tecnologias aproximam os distantes (apesar de as vezes distanciar os próximos).

Redução de custos de deslocamento, reuniões mais objetivas, conforto nas residências, enfim, uma série de mudanças comportamentais vieram para ficar, representando este novo normal.

Apesar desta constatação a história indica que, quando as crises passam há uma tendência de as pessoas voltarem ao estado anterior a crise. Tomemos como exemplo o mundo das finanças.

Ocorreram bolhas de ganhos em determinados ativos financeiros, em seguida as bolhas passam, muita gente perdeu dinheiro, mas algum tempo depois, outras bolhas nascem, e muita gente volta a apostar nas mesmas, e novamente perdem dinheiro. Voltaram a praticar o normal de novo.

Muitos empreendedores entraram por necessidade no mundo virtual, mas ali na frente, quando tudo isso passar, boa parte tenderá a voltar a focar nas vendas presenciais. Muitos que experimentaram, por exemplo, o ensino a distância, também quando as coisas voltarem ao normal, tendem a questionar a efetividade desta forma de ensino.

Independentemente de termos o novo normal ou o normal de novo, é certo que a dimensão desta pandemia nos tocará na alma, e a tendência, reforço, tendência, é que ocorram importantes mudanças do seio da sociedade e especial nos agentes econômicos.

O que não podemos deixar de considerar é: a única certeza é que as coisas mudarão, se isso já era verdadeiro antes da pandemia, agora é mais ainda. Estar aberto as mudanças é ser sábio.

Que venham tanto o novo normal como o normal de novo, pois muitos estarão muito mais bem preparados para enfrentar tudo e todos.

Reinado Cafeo é economista e presidente da Associação Comercial e Industrial de Bauru – ACIB.

🌐 www.reinaldocafeo.com.br

✔ Leia outros artigos como este no blog da ACIB, clicando aqui: https://acib.org.br/blog/

ACIB prevê crescimento de 15% nas vendas na Semana do Brasil

Semana do Brasil

Uma projeção da Associação Comercial e Industrial de Bauru – ACIB, prevê um crescimento de vendas entre 12% e 15% durante a Semana do Brasil, marcada para ser realizada entre os dias 3 e 13 de setembro. A campanha criada no ano passado pelo Governo Federal visa estimular as vendas em um mês habitualmente morno para o comércio.

Para o presidente da ACIB, economista Reinaldo Cafeo, a Semana do Brasil pode ser uma antecipação da Black Friday, ação promocional criada nos Estados Unidos que acontece no mês de novembro.

“É obvio que o grande apelo nesse período sempre foi para o comércio eletrônico. Nós sabemos que a realidade local está voltada para o comércio presencial. Mas com o portal COMPREEMBAURU.COM e as ações da entidade estimulando os consumidores, nós entendemos que as vendas podem crescer”, afirma.

De acordo com ele, é preciso considerar ainda que o município está na Fase Amarela do Plano São Paulo e, com isso, o horário de atendimento do comércio na cidade foi ampliado, com o comércio de rua funcionando das 10h às 18h, e os shoppings e praças de alimentação em horários alternativos. “Portanto, esse é um bom momento para uma alavancagem nas vendas. Temos a expectativa de crescer entre 12% e 15% nesse período de retomada pós-pandemia”, destaca Cafeo.

🌐 www.acib.org.br

ACIB defende funcionamento de 8 horas do comércio em Bauru

ACIB defende funcionamento de 8 horas do comércio em Bauru

A Associação Comercial e Industrial de Bauru – ACIB, protocolou na última quinta-feira, dia 20, requerimento na Prefeitura Municipal de Bauru com proposta de ampliação do horário de atendimento do comércio da cidade de seis para oito horas.

No documento enviado ao prefeito Clodoaldo Gazzetta, o presidente da ACIB, economista Reinaldo Cafeo, solicitou a flexibilização do horário já a partir de sexta-feira, dia 21, citando que a escolha em questão é a que “melhor atende as necessidades do comércio”.

Caso a solicitação seja atendida, o comércio de rua, que no momento está funcionando das 10h às 16h, passaria a abrir ao público das 10h às 18h; já os shoppings, que hoje abrem das 13h às 19h, atenderiam clientes das 13h às 21h; e as praças de alimentação, que podem abrir atualmente das 12h às 18h, passariam a atender das 12h às 20h. A ACIB ainda pede que o horário seja uniforme e de segunda a segunda.

Se a nova medida de flexibilização for aplicada no município, lojistas e comerciantes também poderão escolher se adotam uma jornada contínua ou fracionada, respeitando o limite de oito horas diárias e seguindo os mesmos protocolos sanitários.

“A ACIB entende que ampliação do horário de abertura do comércio vai permitir a dispersão dos clientes, evitando aglomeração nos ambientes. Dessa forma, estamos garantindo maior segurança para a população e a retomada da economia bauruense, que já foi bastante afetada desde o início da pandemia”, afirma Cafeo.

🌐 www.acib.org.br

Popularidade: precisamos aprender com a história

Popularidade: precisamos aprender com a história

“O bem que o Estado pode fazer é limitado; o mal, infinito. O que ele pode nos dar é sempre menos do que nos pode tirar.” esta frase do saudoso Economista Roberto Campos retrata bem as discussões presentes na condução do País diante da pandemia do novo coronavírus e mais especificamente no tocante a política fiscal atual.

Não obstante o Presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmar que está “fechado” com o teto de gastos, portanto, com o rigor fiscal, é certo que o aumento de sua popularidade recentemente detectado pelos institutos de pesquisas, notadamente junto à população de menor renda, tem despertado em parte de seu Ministério e assessores diretos, aquela tentação de usar os recursos públicos para fins eleitorais, principalmente estendendo para o ano que vem o auxílio emergencial.

Precisamos aprender com a história.

Quem presenciou ou leu como foi o desenrolar do Plano Cruzado em 1986 (plano econômico do Presidente José Sarney, que para combater a inflação, congelou preços e salários) sabe do que estou falando, afinal, este plano deveria ter congelado preços e salários por pequeno período, em seguida revistos, mantendo inflação baixa de forma duradoura, mas a elevada popularidade de Sarney em ano de eleições, o fez arrastar o congelamento por um período elevado, culminando com ganhos eleitorais, a medida que seu partido à época, o PMDB, elegeu 22 dos 23 governadores e uma numerosa bancada no Congresso Nacional (Assembleia Constituinte), mas o preço pago foi elevado.

Os princípios do plano se deterioram, e mesmo editando novos planos econômicos, como o Plano Cruzado 2, Plano Bresser e Plano Verão, o ex-presidente Sarney entregou o País ao seu sucessor, Fernando Collor, com inflação acima de 80% ao mês, ou seja, de inflação de um dígito no início do Cruzado a mais de 80% ao mês depois de 4 anos.

Tivemos assim a chamada “década perdida”.

Evidentemente que não quero dizer que a inflação voltará e que teremos o mesmo ambiente econômico daquele período de Sarney, mas o alerta é: não se governa baseado em pesquisas de popularidade.

É importante considerar que a renda da população mais pobre do País foi afetada. Também é preciso considerar que o auxílio emergencial, é importante até mesmo para sobrevivência de parte da população, mas isso não pode ser por prazo duradouro. É preciso que sejam criadas condições para que o País volte a gerar riqueza (cresça economicamente) retomando os empregos e renda, aí sim, oferecendo vida digna aos trabalhadores brasileiros.

Aqui está o ponto chave: para voltar a crescer economicamente, portanto, como colocado, voltar a gerar emprego e renda não será com aventura fiscal. Gastar mais do que arrecada, gerando déficits, gera desconfiança dos investidores e mais que isso, tem prazo de validade, o desequilíbrio econômico é certo.

Vale lembrar que o presidente Bolsonaro após afirmar durante a disputa eleitoral que não pensava em reeleição e depois disse que poderia até considerar isso, mas que não vivia em função disso, agora passa a impressão que foi “picado” pela mosca do poder e que tudo pode para atingir este objetivo.

Independentemente de quem seja o Ministro da Economia, não haverá matriz econômica consistente, sustentando o crescimento no longo prazo, se não houver compromisso na condução rigorosa das contas públicas.

Nosso passado nos condena e devemos ser sábios para aprender com ele. Como disse Roberto Campos “o bem que o Estado pode fazer é limitado; o mal; infinito”.

Reinado Cafeo é economista e presidente da Associação Comercial e Industrial de Bauru – ACIB.

🌐 www.reinaldocafeo.com.br

✔ Leia outros artigos como este no blog da ACIB, clicando aqui: https://acib.org.br/blog/

ACIB apoia e ressalta a importância da Semana do Brasil

Semana do Brasil

No mês de setembro de 2020 será realizada pela segunda vez a Semana do Brasil – evento do Governo Federal inspirado nas grandes campanhas de varejo de outros países para estimular o consumo e aquecer o comércio brasileiro.

Criada em 2019, a iniciativa contou com o apoio da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), bem como da Associação Comercial e Industrial de Bauru – ACIB e, na época, levou o comércio nacional a crescer 11% a mais em comparação com o mesmo período do ano anterior, quando o evento ainda não existia.

Segundo o presidente da ACIB, economista Reinaldo Cafeo, a Semana do Brasil, marcada para acontecer entre os dias 3 e 13 de setembro, tem tudo para se consolidar como uma data definitiva de alavancagem de vendas.

“O segundo semestre começa com o Dia dos Pais em agosto e, no mês seguinte, setembro, tínhamos um vácuo. No ano passado já tivemos um incremento de vendas com mais de 11% sobre 2018 graças a essa iniciativa”, afirma o presidente da entidade.

Cafeo ressalta ainda que neste momento em que o varejo foi afetado pela pandemia e quarentena, os comerciantes devem “jogar as fichas” nessa ação promocional, não deixando passar a oportunidade.

“A ACIB considera esta uma forma inteligente de alavancar vendas neste período e não medirá esforços para inserir seus associados e o empresário empreendedor na Semana do Brasil, que veio para ficar”, destaca Cafeo.

Sobre a Semana do Brasil

A Campanha Semana do Brasil foi lançada como uma forma de homenagear o 7 de setembro, data em que se celebra o Dia da Independência do Brasil, sendo estendida até o Dia do Cliente, que é realizado no dia 15 de setembro.

As empresas interessadas em participar podem se inscrever e obter mais informações sobre a Semana do Brasil no site oficial do evento: http://semanadobrasil.com/

🌐 www.acib.org.br

13 de agosto, Dia do Economista: muito a comemorar

13 de agosto, Dia do Economista: muito a comemorar

A profissão de economista foi sancionada em 13 de agosto de 1951 por Getúlio Vargas. Desta maneira todos os anos, no dia 13 de agosto, comemora-se o dia do economista. É uma profissão desafiadora. De um lado exige do profissional desta área a racionalidade, afinal, os modelos econômicos se valem da matemática e estatística.

De outro lado exige capacidade de abstração, principalmente quando se refere a leitura do ambiente econômico. Não obstante estas exigências o que mais emblemático há no exercício desta profissional é busca incansável da justiça social.

Isso é demonstrado quando os economistas contribuem na elaboração das políticas macroeconômicas. Qual o resultado prático em elaborar políticas públicas que garantam o crescimento econômico sustentável ao longo dos anos? Quais os impactos na população quando há efetivo controle da inflação? O que dizer da promoção social quando são criadas condições econômicas para geração de emprego?

Levar o País ao crescimento econômico, com baixa inflação e gerando emprego garante vida digna as pessoas. Há um outro fator mais importante: o quanto faz a diferença aos cidadãos quando modelos econômicos, elaborados ou tendo a contribuição do economista, atingem em cheio a distribuição equitativa da renda!

Mesmo no contexto microeconômico o economista contribui para melhorar as condições de vida das pessoas. Auxiliar os empreendedores na elaboração e prática de Planos de Negócios. Garantir a estrutura de capital necessária para sustentar os negócios. Planejar carreiras profissionais sólidas e ainda indicar caminhos para que as famílias possam gerenciar adequadamente o orçamento familiar. Desenvolver modelos financeiros para que as decisões presentes sejam ótimas ao ponto de garantirem uma velhice com qualidade de vida, vai ao encontro destas premissas.

Enganam-se aqueles que atribuem aos economistas os momentos de retrocesso econômico do País, afinal, por vezes a vontade política dos governantes, modificam os caminhos tecnicamente traçados por estes profissionais, e o resultado nem sempre são aqueles projetados.

Mas insisto: há muito a comemorar e não dúvidas que, dada a dimensão dos desafios que a pandemia no novo coronavírus nos trouxe, será imprescindível utilizar na plenitude o conhecimento dos economistas para reduzir os efeitos sociais e ao mesmo tempo abreviar a retomada da economia.

Economista, comemore, hoje e sempre!

Reinado Cafeo é economista e presidente da Associação Comercial e Industrial de Bauru – ACIB.

🌐 www.reinaldocafeo.com.br

✔ Leia outros artigos como este no blog da ACIB, clicando aqui: https://acib.org.br/blog/

ACIB passa a utilizar energia solar fotovoltaica em sua sede

Energia fotovoltaica

A Associação Comercial e Industrial de Bauru – ACIB, comemorando 89 anos de fundação, dá um exemplo de sustentabilidade com um importante investimento na instalação de placas para geração de energia solar no prédio histórico, localizado no centro da cidade, onde está instalada a sede da entidade.

Segundo o presidente da ACIB, economista Reinaldo Cafeo, a iniciativa é um brinde aos associados e à comunidade bauruense no mês de aniversário da entidade, que completou quase nove décadas de funcionamento em Bauru no último agosto.

O sistema de luz própria instalado na ACIB é o de geração de energia fotovoltaica, no qual a luminosidade emitida pelo sol é convertida em energia elétrica. Tal sistema é capaz de gerar energia limpa e renovável, contribuindo com a preservação do meio ambiente.

“A ACIB, sempre atenta à inovação e também do ponto de vista de sua sustentabilidade, vem desenvolvendo uma série de ações, no caminho da inovação, e assim optou por ter a sustentação da sua geração de energia. Dessa forma, a entidade passa a ter agora um prédio sustentável, com um sistema fotovoltaico. Com isso, a Associação contribui com o meio ambiente e, claro, também preserva o próprio patrimônio da entidade e de seus associados”. afirma o presidente.

🌐 www.acib.org.br

Está mais desafiador sustentar o crescimento

Está mais desafiador sustentar o crescimento

Para fugir do denominado voo da galinha, e galinha não voa, é fundamental que o crescimento econômico brasileiro seja sustentável ao longo do tempo. Os agentes econômicos sentem-se inseguros quando há oscilações na economia, ou seja, a alternância em curto espaço de tempo de crescimento e recessão.

O governo Bolsonaro e, mais especificamente, o seu Ministro da Economia, Paulo Guedes, estabeleceu sua estratégia para dar esta sustentação. Concordem ou não, aceitem ou não, ela existe.

O primeiro passo é garantir equilíbrio nas contas públicas. É evidente que não há condições de zerar a dívida pública, contudo esta dívida deve ser sustentável. Neste contexto, indicadores como juros real e crescimento da economia demonstram o quanto a economia do País é saudável.

O desafio é: como maximizar o bem-estar da sociedade considerando as limitações do orçamento público, mesmo que para isso o déficit fiscal tenha que ser financiado pelas dívidas.

Neste contexto é imperativo que haja superávit primário. Receita menos despesas do setor público, sem contar o serviço da dívida, precisa ser positivo. Aqui há um desafio adicional: se no passado as reformas poderiam indicar o caminho seguro para estabilizar a dívida pública, agora o tamanho do buraco será ainda maior. Podemos ter um déficit primário na casa dos 8% a 10% do PIB, algo próximo a R$ 800 bilhões. Não é pouca coisa.

As variáveis a serem controladas são: receitas menos despesas, os juros reais praticados e o estoque de dívida. A variação da dívida a partir destas variáveis precisa ser zero para considerarmos tecnicamente sustentável. E isso não vai ocorrer.

A reforma da previdência trouxe e continuará impactando positivamente, mas é pouco. A reforma administrativa, tornando o Estado mais leve, passa a ser imperativa. As privatizações precisam criar corpo, a reforma tributária precisa sair do papel, e é fundamental aumentar a produtividade em todos os setores da economia.

O chamado custo Brasil (a ineficiência no uso dos estoques dos fatores de produção) é um grande limitador. O baixo investimento em ciência e tecnologia, impede que a sociedade maximize sua capacidade produtiva. Além disso, o ambiente de negócios é inseguro juridicamente falando, tendo ainda grandes desafios tais como promover o empreendedorismo, introduzir os jovens no mercado de trabalho, entre tantos outros.

Se na virada do ano passado as projeções apontavam um caminho difícil, mas de alguma maneira seguro ali na frente, hoje, não só voltamos à estaca zero, como andamos para trás.

Não perder de vista quais são os alicerces para garantir a sustentação do crescimento da economia já é um primeiro passo.

As incertezas provocadas pela pandemia do novo coronavírus, potencializada pelo conturbado ambiente político, com clara disputa de poder, e ainda tendo o calendário eleitoral pela frente, tudo isso gera dúvidas e variáveis que assombram a mente dos agentes econômicos.

É fundamental que o governo Bolsonaro retome o modelo econômico planejado e sinalize que trilhará um caminho seguro. Voo da galinha, nunca mais. Está mais desafiador sustentar o crescimento econômico brasileiro, mas é preciso superação.

Reinado Cafeo é economista e presidente da Associação Comercial e Industrial de Bauru – ACIB.

🌐 www.reinaldocafeo.com.br

✔ Leia outros artigos como este no blog da ACIB, clicando aqui: https://acib.org.br/blog/

Vendas on-line serão destaque no Dia dos Pais, estima ACIB

Dia dos Pais

Levantamento realizado pela Associação Comercial e Industrial de Bauru – ACIB, e divulgado esta semana aponta que, devido à pandemia do novo coronavírus, a intenção de compra dos consumidores bauruenses este ano é de 65% no Dia dos Pais.

Por outro lado, a amostragem revelou crescimento nas compras on-line, se comparado à mesma data comemorativa do ano passado.

Segundo o presidente da ACIB e coordenador da pesquisa, economista Reinaldo Cafeo, foi detectado um crescimento da ordem de 135% sobre o ano passado na modalidade on-line.

A sondagem apontou ainda que os consumidores devem gastar, em média, R$ 142,00 com presentes, sendo vestuários e calçados os itens preferidos, com projeção da ordem de 40%, seguidos por acessórios (15%), perfumes e cosméticos (13%). Serão presenteados os pais, maridos e sogros na data.

“Dentro da realidade financeira atual dos consumidores, em função da perda de emprego e achatamento de renda, as vendas nos Dias dos Pais neste ano serão menores do que o ano passado, contudo, a pesquisa aponta sinal de melhoria considerando a base atual”, afirma Cafeo.

🌐 www.acib.org.br

ACIB comemora 89 anos investindo em inovação

ACIB faz 89 anos

A Associação Comercial e Industrial de Bauru – ACIB, completa hoje 89 anos de existência. Fundada em 1931, a entidade tem um histórico de representatividade junto ao empresariado bauruense, o que contribuiu para aumentar sua visibilidade junto à classe que representa.

Segundo o presidente da ACIB, economista Reinaldo Cafeo, durante essa longa trajetória, a entidade sempre visou o crescimento de seus associados, bem como de toda a comunidade.

Para tanto, a ACIB tem investido ao longo dos anos em ações importantes para auxiliar e defender os interesses da classe empresarial, como também vem inovando e implantando novos serviços e ferramentas com o objetivo de melhorar o dia a dia dos associados.

 “Evidentemente que ao longo de todo esse tempo foram inúmeros os desafios, mas a ACIB, sempre dentro de uma postura ética e com atuação não somente de presidentes, mas também de diretores que trabalharam de forma espontânea, gratuita, sempre dedicando seu conhecimento ao associativismo, a ACIB chega nessa idade representativa. Mais que isso, a entidade tem a coragem de inovar. Tanto que nesta gestão trabalhamos na questão da inovação de uma maneira muito forte, passando para o digital, como se há um ano e meio uma luz viesse para entender esse momento de pandemia que estamos vivenciando agora”, frisa Cafeo.

Um dos projetos de destaques lançados pela ACIB no ano passado é o ACIB Digital, que engloba uma série de iniciativas online com o objetivo de promover o desenvolvimento empresarial dos associados da entidade, oferecendo desde uma base em gestão financeira até a inserção de seus negócios no ambiente digital.

Nesse sentido, foi implantada a plataforma COMPREEMBAURU.COM, cuja finalidade é colaborar com os comerciantes e demais setores do comércio local nas vendas, principalmente por causa das restrições causadas em razão da pandemia do novo coronavírus.

Ainda dentro do projeto ACIB Digital, a entidade formalizou parcerias com consultores empresariais da região para oferecer sessões de Mentorias Gratuitas online para todos os empresários da Bauru que precisam de apoio neste momento de enfrentamento da crise.

“É óbvio que o desafio como entidade não são poucos. Nós temos que manter o associativismo, a representatividade, mas também precisamos prestar serviços. Nosso intuito tem sido ao longo desses anos sempre entregar algum valor para que cada centavo que o associado dispenda ele sinta que está recebendo de volta”, salienta o presidente da entidade.

Este ano, em razão da pandemia do novo coronavírus, a ACIB não irá realizar a tradicional cerimônia para comemorar o aniversário da entidade. Mesmo assim, Cafeo afirma que a data é de celebração e anuncia que, no próximo ano, a festa será ainda mais significativa e maior.

“Apesar do período difícil que todos atravessam por conta da pandemia, é momento de comemorar. Lamentamos não poder exercer isso de maneira presencial e na magnitude que a nossa entidade se coloca, mas vale a pena esperar. No ano que vem teremos a edição número 50 dos Destaques do Ano no mesmo mês do aniversário de nossa entidade. Portanto, estamos agora preparando tudo para os 90 anos. Muito a agradecer a todos que participaram do desenvolvimento da ACIB e principalmente aos nossos associados, razão de ser de nossa entidade”, finaliza Cafeo.

🌐 www.acib.org.br