ACIB assina manifesto de apoio à prefeita municipal Suéllen Rosim

Manifesto

A Associação Comercial e Industrial de Bauru – ACIB, juntamente com outras entidades de classe da cidade, assinou manifesto na última semana em apoio à recente decisão da Prefeita Suéllen Rosim, de flexibilizar em parte o funcionamento do comércio, mesmo a cidade tendo sido classificada pelo Governo do Estado na fase laranja do Plano São Paulo, que estabelece restrições para abertura do comércio como forma de prevenir o aumento de casos de Covid-19.

De acordo com o documento, as entidades e seus representantes reconhecem a gravidade da pandemia e a necessidade de restrições para reduzir os casos de transmissão do vírus e ao mesmo tempo aliviar o sistema de saúde do município, porém reforçam que é preciso considerar que a responsabilidade pelo crescimento dos casos de Covid-19 não pode ser atribuída à abertura das atividades empresariais.

“Ações extremadas de isolamento e distanciamento social, com redução de horas de atendimento dos estabelecimentos comerciais e de serviços, já demonstraram que não resolvem o problema da pandemia. Buscamos e sempre buscaremos o equilíbrio entre as questões sanitárias e a econômica, mas a conta não pode recair somente sobre a área econômica”, afirma o documento.

Ainda de acordo com o Manifesto, a Prefeita de Bauru e sua equipe de gestores demonstraram sensibilidade no tocante a este tema, considerando que seja possível adotar medidas específicas para a realidade de Bauru, evitando assim impor sacríficos desnecessários ou que não sejam eficientes para o município.

“O entendimento é que não há mais espaço para sufocar os empreendedores que já estão extremamente feridos financeiramente, e um eventual rebaixamento de fase, levando a restrições no funcionamento dos estabelecimentos, geraria um problema social tão ou mais grave quanto a questão sanitária. O diálogo entre o setor público e o setor privado foi aberto e desta maneira teremos foco total no equacionamento dos problemas inerentes a nossa cidade sem interferência externa, cujos atores desconhecem a realidade local. Neste momento queremos reforçar nosso apoio a forma madura que a Prefeita vem conduzindo este tema”, ressalta o documento.

Para o Presidente da ACIB, economista Reinaldo Cafeo, o manifesto vem dar voz a dezenas de empresários, comerciantes e prestadores de serviços de Bauru, que contribuem para a geração de renda e emprego na cidade. “As propostas sugeridas pela Prefeita Suéllen são viáveis e irão garantir a manutenção dos negócios e da economia, sem com isso deixar de preservar a saúde e bem-estar da população do município”, analisa.

Além da ACIB, assinam o manifesto: Sincomércio (Sindicato do Comércio de Bauru e Região), CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas de Bauru), Apas (Associação Paulista de Supermercados), Assoma (Associação dos Maçons de Bauru), Bauru Shopping, Assenag (Associação dos Engenheiros Arquitetos e Agrônomos de Bauru), Sindicato de Bares e Restaurantes,   Sincomerciarios (Sindicato dos Empregados no Comércio de Bauru), Sindicato Profissional de Bares e RestaurantesSindimoto Bauru, CIESP (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo),  Sindicato da Indústria de Panificação,   Sindcon (Sindicato dos Contabilistas de Bauru) e Associação dos Músicos de Bauru.

Confira o texto na íntegra:

“As Entidades de Classe de Bauru, abaixo relacionadas, vêm tornar público este manifesto em apoio a recente decisão da Prefeita de Bauru, Suéllen Rosim, que ao decretar que a cidade segue a fase laranja na prevenção a pandemia da Covid-19, determinada pelo Governo do Estado, atendeu ao apelo dos que empreendem em Bauru e flexibilizou em parte o funcionamento das empresas dos vários setores da economia.

As Entidades e seus representantes são sabedores da gravidade da pandemia, das necessárias ações visando reduzir os casos de transmissão do vírus e ao mesmo tempo aliviar o sistema de saúde do município, porém é preciso considerar que a responsabilidade pelo crescimento dos casos de Covid-19 não pode ser atribuída à abertura das atividades empresariais.

Ações extremadas de isolamento e distanciamento social, com redução de horas de atendimento dos estabelecimentos comerciais e de serviços, já demonstraram que não resolvem o problema da pandemia.

Buscamos e sempre buscaremos o equilíbrio entre as questões sanitárias e a econômica, mas a conta não pode recair somente sobre a área econômica.

A Prefeita de Bauru e sua equipe de gestores demonstraram sensibilidade no tocante a este tema, e o entendimento é que não há mais espaço para sufocar os empreendedores que já estão extremamente feridos financeiramente, e um eventual rebaixamento de fase, levando a restrições no funcionamento dos estabelecimentos, geraria um problema social tão ou mais grave quanto a questão sanitária.

O diálogo entre o setor público e o setor privado foi aberto e desta maneira teremos foco total no equacionamento dos problemas inerentes a nossa cidade sem interferência externa, cujos atores desconhecem a realidade local.

Neste momento queremos reforçar nosso apoio a forma madura que a Prefeita vem conduzindo este tema”.

Políticos: sejam Estadistas! Salvem vidas e a economia

Políticos: sejam estadistas

O Brasil acabou não fazendo a lição de casa e se perdeu na discussão de quem assumiria o protagonismo durante a pandemia. Em meio a um negacionismo sem sentido, pagaremos o preço: a economia não crescerá na magnitude que poderia e vidas serão perdidas por falta de velocidade na prevenção contra a Covid-19.

O equilíbrio entre a saúde e a economia sempre foi deixado de lado. Este equilíbrio indicava que seria preciso proteger parte da população, mas também se fazia necessário permitir que a economia andasse. Nem o fechou geral, nem o liberou geral seriam bons.

Perdemos tempo, desperdiçamos recursos e energia e agora, sem insumos para dar sequência na fabricação das vacinas já aprovadas pela ANVISA, o Brasil e os brasileiros pagarão um elevado preço. O primeiro e mais precioso preço a ser pago serão as perdas de vida. Sem vacinar em massa milhares de brasileiros morrerão, infelizmente. O segundo preço será o agravamento do desemprego e com ele a potencialização das questões sociais.

Já foi o tempo em que tínhamos Estadistas com “E” maiúsculo que conseguiam antever a relação de causa e efeito. Vamos ter que ficar com o chapéu na mão implorando para que os fabricantes de insumos das vacinas forneçam ao Brasil o que for necessário.

Os impactos na economia serão sentidos no consumo das famílias. Sem renda reduzirão a demanda por bens e serviços. Também serão sentidos no nível de investimento privado. Sem perspectivas de curto prazo e dúvidas nos médio e longo prazos, estes investimentos serão adiados e até canalizados para outros Países mais “previsíveis”.

O setor externo brasileiro poderá até tirar vantagens na retomada da economia no resto do mundo, mas o volume que isso representa será insuficiente para dar robustez ao nosso desempenho econômico. Restam os gastos do governo, que foram elevados o ano passado e agora será necessário ser rigoroso com o controle fiscal.

Sem dúvida a vacinação em massa dos brasileiros faria com que as duas principais variáveis que impulsionam o crescimento econômico, o consumo e investimentos, levassem o Brasil a alcançar mais do que a previsão do crescimento médio mundial, ou seja, acima de 4%.

Considerando todos estres entraves no tocante aos insumos das vacinas, os agentes econômicos se retraem e o resultado será um crescimento menor do que o possível e necessário.

Tudo indica que este ano o Brasil crescerá economicamente, contudo, como já colocado, este crescimento poderia ser muito maior, atingindo diretamente o nível de emprego e geração de renda dos brasileiros, e com eles a minimização dos impactos sociais, mas infelizmente a realidade é outra.

Por fim um grito de quem quer o bem do Brasil: políticos de plantão pensem no coletivo, deixem suas diferenças de lado, superem suas vaidades e façam, em conjunto, o que for necessário a população brasileira. Sejam Estadistas para efetivamente salvar vidas e a economia.

Estamos clamando para evitar mortes desnecessárias provocadas pela falta de assistência médica e prevenção, e clamando pela sobrevivência da economia, principalmente aos afetados nos negócios e no emprego.

Reinado Cafeo é economista e presidente da Associação Comercial e Industrial de Bauru – ACIB.

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Inflação fecha acima da meta em 2020 e exigirá nova postura do governo

Inflação exigirá nova postura do governo

O IBGE divulgou a inflação oficial de 2020: o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) acumulou no ano 4,52%, sendo que em dezembro o índice teve alta de 1,35%. Este patamar é a maior variação mensal desde fevereiro de 2003 (1,57%) e o maior para um mês de dezembro desde 2002 (2,10%).

Em dezembro de 2019 o IPCA foi de 1,15%. A inflação ficou acima da meta fixada pelo Banco Central, que era de 4% ao ano, porém dentro da margem de tolerância que é 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

O Grupo Alimentação e Bebidas foi o vilão da inflação do ano passado: alta acumulada de 14,09%. Este Grupo, que pesa 21,03% no índice total, penaliza os mais pobres. Pela metodologia do IBGE, no cálculo do IPCA é considerada uma cesta de produtos consumidos nas regiões metropolitanas do Brasil por famílias que ganham por mês de 1 a 40 salários mínimos.

Quando o estrato é para a população mais pobre, até 3 salários mínimos, é evidente o Grupo Alimentação passa a ter peso mais expressivo, afinal, com baixa renda, a maior parte do consumo recai sobre os alimentos básicos.  Lembrando que estamos falando de média, pois, dependendo do produto, as altas ultrapassaram os 30% no ano.

Diante deste cenário como será 2021 no tocante a inflação? Podemos projetar um índice inferior do que o apurado em 2020. Muito provavelmente a inflação deste ano fique dentro da meta fixada pelo Banco Central que é de 3,75%. Para que isso ocorra será necessário que o a Autoridade Monetária reveja a política de juros.

Vamos entender melhor isso. Considerando que a inflação é uma média ponderada dos preços de aproximadamente 450 itens, a taxa de juros mais alta inibe a demanda por bens financiáveis, como eletroeletrônicos, entre outros.

Se o consumidor recua na procura por estes itens, a tendência é que os empresários reduzam o preço de venda, e com esta queda, há uma compensação na alta dos preços dos produtos não financiáveis, sobre os quais os juros não exercem influência direta. Assim, a alta nos preços de alguns produtos, é compensada pela queda ou estabilidade de preços de outros produtos.

Este raciocínio indica que a taxa básica de juros pode gradativamente sair 2% ao ano, até atingir um patamar que contribua para que a inflação fique dentro da meta fixada pelo Banco Central. Seguindo esta lógica é factível prever taxa de juros acima de 3% ao ano se aproximando mais dos 4% ao ano.

Esta visão macroeconômica não resolve o problema das famílias mais pobres se os preços dos alimentos continuarem subindo. Neste particular serão necessárias ações setoriais, visando eliminar o desequilíbrio entre oferta e procura.

É previsível que haverá menor pressão na demanda, à medida que este ano tudo indica que não haverá a injeção de dinheiro para as famílias carentes via auxílio emergencial, contudo trabalhar para manter estoques reguladores e ter estratégias de importação produtos toda vez que houver forte alta de preços, garantirão menor penalização a estes mais carentes, que sofrem ainda com a falta de emprego. Sem dúvida este cenário exigirá nova postura do governo no controle da inflação, principalmente do Banco Central do Brasil.

Reinado Cafeo é economista e presidente da Associação Comercial e Industrial de Bauru – ACIB.

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ACIB lança campanha para estimular vacinação contra Covid-19

Campanha de vacinação

A Associação Comercial e Industrial de Bauru – ACIB, lança nos próximos dias uma campanha de comunicação para conscientizar a população sobre a importância da imunização contra o novo coronavírus (Covid-19).

O objetivo é tranquilizar as pessoas a respeito de qualquer imunizante que a Agência Nacional Vigilância Sanitária (Anvisa) venha a aprovar. Para tanto, a campanha vai contar com a participação de vários médicos que asseguram a eficácia e segurança da vacina que em breve estará disponível para o público.

“Embora a ACIB respeite o direito de decisão de cada pessoa de se vacinar ou não, sabemos que hoje o melhor caminho é dar voz para os médicos e entidades que defendem o uso imediato da vacina como forma de reduzir o contágio e as mortes pela Covid-19”, explica o presidente da ACIB, economista Reinaldo Cafeo.

A campanha vai contar ainda com material explicativo, bem como com vídeos nas redes sociais com depoimentos de autoridades, especialistas e associados ressaltando a importância da vacinação para controlar e evitar a propagação da doença.

“Diante do impacto da pandemia de Covid-19 sobre a vida de todos, a chegada de uma vacina é a notícia mais aguardada em todo o mundo. Nossa intenção com essa campanha é combater os boatos e “fake news” sobre o tema, que colocam em risco a credibilidade desta que representa um dos mais importantes avanços da história da medicina.”

Economista Reinaldo Cafeo é reeleito presidente da ACIB

Economista Reinaldo Cafeo é reeleito Presidente da ACIB

O economista Reinaldo César Cafeo foi reeleito ontem, 14 de outubro, Presidente da Associação Comercial e Industrial de Bauru – ACIB, para o biênio 2021/2022. A eleição da nova diretoria foi realizada às 18 horas através de Assembleia Geral Ordinária realizada na sede da entidade.

Eleito em 2019 com o objetivo de trazer o meio digital para a realidade da entidade, praticando o associativismo e agregando serviços para os associados e para a população bauruense, Cafeo lançou diversos programas com esse propósito durante sua gestão.

Entre outros projetos, foram criados nos últimos dois anos o ACIB Digital, o ACIB Orienta e o ACIB Mulher. Além disso, no site da Associação agora também é possível agendar mentorias gratuitas com empresários bauruenses de diversos ramos, oferecendo dessa forma mais um suporte aos associados neste momento de enfretamento de crise.

Por sua vez, com o advento da pandemia do coronavírus (Covid -19), a grande marca da atual gestão foi o empenho em buscar soluções para os empresários da nossa cidade.

“Tudo aconteceu de um dia para a noite e tivemos que aprender diariamente com a crise e as decisões tomadas pelo poder público. Foram incontáveis dias de reuniões, debates e palestras aos sócios de como agir durante os piores momentos que já vivemos em nossa história recente. Tenho orgulho de ter contribuído, juntamente com a minha diretoria e equipe, para pelo menos dar um norte aos empresários da nossa cidade”, disse Cafeo.

Reeleição e nova diretoria

Reeleito, Cafeo e a equipe que compõe a Diretoria pretendem dar seguimento aos projetos iniciados na gestão anterior, visando a continuidade nas soluções que têm sido oferecidas em prol dos associados da ACIB e dos munícipes.

“Agradeço a todos a confiança depositada em nosso trabalho. No comando da ACIB acompanhe as profundas mudanças ocorridas neste ano e a intenção da nossa nova gestão é dar prosseguimento ao trabalho que começamos. Temos a expectativa de alcançar nosso propósito e continuar trabalhando em prol de todos os associados e manter a força e a representatividade da ACIB em nossa cidade”, declarou o presidente.

Economista Reinaldo Cafeo é reeleito Presidente da ACIB

Como ficou composta a diretoria da ACIB para o biênio 2021/2022:

Reinaldo César Cafeo (Presidente); Paulo Roberto Martinello (1º Vice-Presidente); Ildebrando Todos Santos Gozzo (2º Vice Presidente); Paulo Roberto Martinello Júnior (1º Tesoureiro); Hugo Pinheiro Machado Neto (2º Tesoureiro); Sandra Regina Freitas Farias e Silva (1º Secretária); Mariana Petelinkar (2º Secretária); Patricia Aparecida Rossi (Relações Públicas); Giasone Albuquerque Cândia, Fábio Maia de Freitas Soares, João Marcos Villela Peres, Lair Francisco Gusma Assis, Maria Geralda Pavani, Paulo José Graça Lima Aiello, Rogério Lopes, Rui Rocha Júnior, Vinícius Dall Agilio e Wagner Xavier de Moraes (Diretores de Serviços e Expansão); Antônio Pela, Alfredo Garcia e Massad Kalim Massad (Conselho Fiscal); Lair Francisco Gusma Assis, Paulo Roberto Martinello e Vinicius Dall Aglio (Suplentes do Conselho Fiscal); Benedito Luiz da Silva (Presidente do Conselho Deliberativo); Tony Tobias (Vice-Presidente do Conselho Deliberativo); Francisco Alberto Franco Bernardes e Alberto Dabus (Secretário do Conselho Deliberativo); Benedito Luiz da Silva, Ildebrando T. S. Gozzo, Raduan Trabulsi, Tony Tobias, Primo Alexandre Mangialardo, Francisco Alberto Franco Bernardes, Reinaldo César Cafeo e Dilvaldo Disposti (Conselho Deliberativo); Giasone Albuquerque Cândia e Wagner Xavier de Moraes (Suplentes do Conselho Deliberativo).

ACIB prevê alta de até 15% nas vendas com Dia das Crianças

ACIB prevê alta de até 15% nas vendas com Dia das Crianças

Mesmo com o cenário de incertezas trazido pela pandemia do novo coronavírus, o Dia das Crianças, tradicionalmente comemorado em 12 de outubro, ou seja, na próxima segunda-feira, deve movimentar o comércio local e a expectativa da Associação Comercial de Industrial de Bauru – ACIB, para o feriado é de crescimento nas vendas.

As lojas da região central do município poderão funcionar das 10h às 18h, no sábado, no domingo e na segunda-feira (data do feriado). Segundo o decreto municipal, fica a critério de cada comerciante optar por abrir ou não as portas do seu estabelecimento.

De acordo com o presidente da ACIB, economista Reinaldo Cafeo, o fato de as crianças ainda permanecerem em casa, sem a liberação da volta às aulas, fez com que elas ficassem, de certa forma, cansadas dos brinquedos que já possuem, criando um apelo para que os pais realizem a compra de “algo” diferente nessa data.

“Com certeza, esse fator vai estimular as vendas. A expectativa é de que o comerciante que já refez seus estoques e buscou modernizá-lo esteja preparado para prestar esse bom atendimento. É um período que pode ter um incremento de 10 a 15% nas vendas em relação aos meses anteriores”, afirma.

Cafeo explica ainda que o incremento de até 15% esperado refere-se somente aos meses anteriores, visto que Bauru, assim como outras cidades, ainda está vivendo uma pandemia, o que tem afetado diversos serviços em âmbito global.

“Não é possível projetar sobre o ano passado, pois na ocasião não tínhamos a pandemia, o que torna difícil a comparação. Mas, de certa maneira, ter um acréscimo de 10 a 15% em um mês normal já é um grande alento para o comerciante”, completa Cafeo.

ACIB apoia projeto de revitalização do Calçadão

Calçadão de Bauru

Está em votação no site da Prefeitura Municipal de Bauru, até o próximo dia 30 de setembro, três propostas de projetos para a remodelação do Calçadão da Rua Batista de Carvalho. A iniciativa é fruto da Comissão de Revitalização do Centro de Bauru, da qual a Associação Comercial e Industrial de Bauru – ACIB, participa ativamente.

A iniciativa de remodelar o Calçadão tem por objetivo valorizar o centro da cidade, que não recebe melhorias significativas desde a sua criação em 1992. Para votar basta acessar o site da Prefeitura Municipal, no endereço (https://www2.bauru.sp.gov.br/enquetes/enquete_calcadao.aspx).

Entre as melhorias previstas no novo Calçadão, está o enterramento da fiação elétrica. Esse sistema vem sendo adotado em diversas cidades do mundo e também no Brasil, visando embelezar às regiões centrais, privilegiando as fachadas históricas e minimizando a poluição visual desses locais.

Para essa implantação a Prefeitura recebeu a doação do projeto executivo que foi desenvolvido pela CPFL. “A recuperação do centro representa o resgate da identidade da cidade”, afirma o Presidente da ACIB, economista Reinaldo Cafeo.

Lançado no mês de fevereiro deste ano, o concurso previa a apresentação de projetos executivos de engenharia e arquitetura no valor máximo de implementação de R$ 2.000.000,00.  Três escritórios de arquitetura apresentaram propostas de projetos para o local. O projeto vencedor receberá R$ 50.000,00.

ACIB prevê crescimento de 15% nas vendas na Semana do Brasil

Semana do Brasil

Uma projeção da Associação Comercial e Industrial de Bauru – ACIB, prevê um crescimento de vendas entre 12% e 15% durante a Semana do Brasil, marcada para ser realizada entre os dias 3 e 13 de setembro. A campanha criada no ano passado pelo Governo Federal visa estimular as vendas em um mês habitualmente morno para o comércio.

Para o presidente da ACIB, economista Reinaldo Cafeo, a Semana do Brasil pode ser uma antecipação da Black Friday, ação promocional criada nos Estados Unidos que acontece no mês de novembro.

“É obvio que o grande apelo nesse período sempre foi para o comércio eletrônico. Nós sabemos que a realidade local está voltada para o comércio presencial. Mas com o portal COMPREEMBAURU.COM e as ações da entidade estimulando os consumidores, nós entendemos que as vendas podem crescer”, afirma.

De acordo com ele, é preciso considerar ainda que o município está na Fase Amarela do Plano São Paulo e, com isso, o horário de atendimento do comércio na cidade foi ampliado, com o comércio de rua funcionando das 10h às 18h, e os shoppings e praças de alimentação em horários alternativos. “Portanto, esse é um bom momento para uma alavancagem nas vendas. Temos a expectativa de crescer entre 12% e 15% nesse período de retomada pós-pandemia”, destaca Cafeo.

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ACIB defende funcionamento de 8 horas do comércio em Bauru

ACIB defende funcionamento de 8 horas do comércio em Bauru

A Associação Comercial e Industrial de Bauru – ACIB, protocolou na última quinta-feira, dia 20, requerimento na Prefeitura Municipal de Bauru com proposta de ampliação do horário de atendimento do comércio da cidade de seis para oito horas.

No documento enviado ao prefeito Clodoaldo Gazzetta, o presidente da ACIB, economista Reinaldo Cafeo, solicitou a flexibilização do horário já a partir de sexta-feira, dia 21, citando que a escolha em questão é a que “melhor atende as necessidades do comércio”.

Caso a solicitação seja atendida, o comércio de rua, que no momento está funcionando das 10h às 16h, passaria a abrir ao público das 10h às 18h; já os shoppings, que hoje abrem das 13h às 19h, atenderiam clientes das 13h às 21h; e as praças de alimentação, que podem abrir atualmente das 12h às 18h, passariam a atender das 12h às 20h. A ACIB ainda pede que o horário seja uniforme e de segunda a segunda.

Se a nova medida de flexibilização for aplicada no município, lojistas e comerciantes também poderão escolher se adotam uma jornada contínua ou fracionada, respeitando o limite de oito horas diárias e seguindo os mesmos protocolos sanitários.

“A ACIB entende que ampliação do horário de abertura do comércio vai permitir a dispersão dos clientes, evitando aglomeração nos ambientes. Dessa forma, estamos garantindo maior segurança para a população e a retomada da economia bauruense, que já foi bastante afetada desde o início da pandemia”, afirma Cafeo.

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ACIB apoia e ressalta a importância da Semana do Brasil

Semana do Brasil

No mês de setembro de 2020 será realizada pela segunda vez a Semana do Brasil – evento do Governo Federal inspirado nas grandes campanhas de varejo de outros países para estimular o consumo e aquecer o comércio brasileiro.

Criada em 2019, a iniciativa contou com o apoio da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), bem como da Associação Comercial e Industrial de Bauru – ACIB e, na época, levou o comércio nacional a crescer 11% a mais em comparação com o mesmo período do ano anterior, quando o evento ainda não existia.

Segundo o presidente da ACIB, economista Reinaldo Cafeo, a Semana do Brasil, marcada para acontecer entre os dias 3 e 13 de setembro, tem tudo para se consolidar como uma data definitiva de alavancagem de vendas.

“O segundo semestre começa com o Dia dos Pais em agosto e, no mês seguinte, setembro, tínhamos um vácuo. No ano passado já tivemos um incremento de vendas com mais de 11% sobre 2018 graças a essa iniciativa”, afirma o presidente da entidade.

Cafeo ressalta ainda que neste momento em que o varejo foi afetado pela pandemia e quarentena, os comerciantes devem “jogar as fichas” nessa ação promocional, não deixando passar a oportunidade.

“A ACIB considera esta uma forma inteligente de alavancar vendas neste período e não medirá esforços para inserir seus associados e o empresário empreendedor na Semana do Brasil, que veio para ficar”, destaca Cafeo.

Sobre a Semana do Brasil

A Campanha Semana do Brasil foi lançada como uma forma de homenagear o 7 de setembro, data em que se celebra o Dia da Independência do Brasil, sendo estendida até o Dia do Cliente, que é realizado no dia 15 de setembro.

As empresas interessadas em participar podem se inscrever e obter mais informações sobre a Semana do Brasil no site oficial do evento: http://semanadobrasil.com/

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